|
Segunda-feira, Janeiro 31, 2005
Se a minha televisão falasse, ela seria muda A televisão brasileira-atual-gratuita passa por um período cômico, se não fosse trágico. É incrível como esse pôvo acha que nós engolimos tudo numa boa. Dentre as bizarrices que podemos encontrar ao clickar no maior botãozinho do televisor, chamo atenção do leitor para as novelas. Enredo de novela não muda, desde que descobri meu dedão do pé: se a trama é atual, a mocinha e o mocinho têm de lutar até o final para ficarem juntos. Por quê? Opção número um: Seus pais são inimigos de vidas passadas. Opção número dois: Há uma antagonista visando a separação do casal. E não é preciso consultar Mãe Dinah pra saber que o mocinho e a mocinha terminarão juntos. Quê? Precisa? Ahn, ok.
Vão terminar juntos, zifio Se a novela for de época, esta precisa abordar amores impossíveis. Sim, amores impossíveis são essenciais. Há também aquelas novelas que apelam, como a atual da seis [ou das sete, não importa], que traz consigo uma garotinha que nasceu das cinzas pra botar pá quebrar. Interessante mesmo é como esses trecos vendem no exterior. Esses gringos se contentam como poucos, mesmo. ♬ Barão Vermelho - Homem não chora A patotinha está toda formada. # - Postado por Matheus às 4:12 PM. |
![]() |
![]() |
![]() |
|
![]() |
![]() |
![]() |
|
![]() |
![]() |
![]() |